Rede de telas digitais instaladas em pontos de circulação — bancas, postos, lojas, portarias. Quem passa ali é quem compra ali.
Três passos. Sem contrato de mídia complicado e sem produção cara — a peça é uma imagem.
Você anuncia onde o seu público já passa. Cada tela tem endereço, horário de funcionamento e movimento próprio.
Uma imagem no formato da tela. O sistema confere a medida antes de publicar, para nada entrar deformado no ponto.
Painel próprio com o que está no ar, em quais telas, e o registro de tudo que foi publicado.
Ponto de venda não tem equipe de TI. A rede foi construída partindo disso.
A programação fica guardada no aparelho. A conexão serve para atualizar — se ela cair, a tela continua exibindo.
O ponto fecha à noite e a tela desliga. Ao religar, o player sobe sozinho e retoma de onde parou. Ninguém precisa apertar nada.
O aparelho liga e mostra um código na tela. Quem administra digita esse código no painel e o ponto entra no ar.
Cada peça é feita para a tela onde vai rodar. Nada é esticado nem cortado por conta própria.
Banca, posto, mercado, portaria, elevador, sala de espera. Você cede o espaço e a energia; nós instalamos a tela.
Uma parte das inserções fica reservada para o seu próprio negócio — promoção do dia, horário de funcionamento, o que você quiser.
Você entra, envia a sua peça e vê o que está no ar. Sem depender de ligar para alguém a cada troca.
A tela e o player são nossos. Você entra com o ponto.
Conte onde você quer aparecer, ou onde você tem um ponto para ceder. A gente responde com a proposta.
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